terça-feira, 6 de dezembro de 2016

sentes?

É cada vez mais complicado esconder as saudades que sinto da tua pessoa. Desse teu ser que fazia com que todos os meus planos não saíssem furados, e que quando saíam era porque os teus substitutos eram ainda melhores. Lembras-te quando ligávamos um ao outro a meio da noite só porque acordávamos e não conseguíamos dormir? E não era preciso falar! Bastava-nos saber que estávamos ali os dois. Ainda não consegui até hoje perceber o que havia em ti, em toda a tua palermice, que me acalmava instantaneamente. Só sei que eu ria muito e o problema que até ali não me largava parecia fugir de mim. Não tens saudades? Todos os sítios onde estivemos me fazem lembrar de ti. Um banco, um jardim, uma loja, umas escadas... Até os aniversários de algumas pessoas e alguns objetos me fazem querer ter-te perto de novo. Sentes o mesmo? É só o que preciso de saber. Diz-me só se isto aconteceu contigo, se o teu coração bate mais depressa cada vez que vês uma rapariga com a mesma estatura que eu, e o mesmo penteado que o meu, se acordas durante a noite e tens vontade de marcar o meu número sabendo que eu nem que fosse no ultimo toque te ia atender e ficar ali a ouvir a tua respiração do outro lado e tu sabias que não estás sozinho.
Eu tenho saudades tuas, só te peço que me digas também se tem saudades minhas. (?)


Descobri este texto entre um monte de papéis, não me lembro de o ter escrito e não consigo sequer ter a certeza do que o "inspirou". Desconfio da altura em que foi escrito por ter na mesma folha um texto já aqui publicado, mas deste não há memória. Não sei o porquê de não o ter publicado, talvez no momento não tenho gostado, mas a verdade é que ao encontra-lo agora não resisti em partilhá-lo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

concertos.

Costumo dizer que o que toca a música tenho um gosto bastante eclético. Olhando para os últimos tempos eles são prova disso. No espaço de 1 ano eu assisti a concertos de:
Dillaz
Pedro Abrunhosa
D.A.M.A.
Diogo Piçarra
D.A.M.A.
D.A.M.A.
Agir
D.A.M.A.
Mia Rose

Ok... Sim tenho uma predileção por Dama mas isso já toda a gente sabe.
A verdade é que eu vivi todos esses concertos da mesma forma, eu cantei e chorei com Pedro Abrunhosa num concerto magnífico, eu senti o concerto do Diogo Piçarra, eu vibrei com Agir, e sim nos 4 concertos dos Dama já deu para tudo inclusive até para chorar no último coisa que nunca pensei acontecer-me num concerto deles, sempre a surpreenderem-me aqueles pandas da sibéria.

A verdade é que em todos eu vivi cada segundo porque sabia a letra de todas as músicas (exceto do Diogo que passei a admirar desde o concerto e até lá só conhecia o que passava na rádio), são artistas que eu acompanho e aos quais não vou ao concerto só por ir.

Sou feliz por saber que nessa pequena lista podiam incluir-se nomes tais como António Zambujo, Ana Moura, Gisela João, Átoa, Dengaz, Paulo Sousa, Jimmy P, Carolina Deslandes, e muitos outros.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

PORTUGAL.

Estou a ver a receção aos jogadores portugueses, aos nossos heróis, e não consigo conter este sorriso parvo de orelha a orelha ao ver a alegria deles ali. Foi um europeu sofrido desde o inicio, o nosso futebol foi adjetivado de nojento, foi dito que não merecíamos estar na final, que não tínhamos um futebol bonito, foi dito e escrito tudo e mais alguma coisa. Nada disso nos deitou abaixo e a cada fase passada a confiança aumentava cada vez mais, o sonho estava cada vez mais perto, podíamos conquistar a europa.
Já havia sinais de que ia correr bem, a manhã começou com Portugal a receber medalhas no atletismo.
Ontem, contra tudo e todos estávamos na final, e que final, jogámos contra eles que tanto mal disseram de nós, contra os anfitriões. Ainda mal tínhamos começado e já estava a ver o Ronaldo ser atacado propositadamente, "Tu és forte, és o nosso capitão!" pensei, tu tentaste de tudo, tu deitaste a braçadeira de capitão ao chão tal era a frustração que sentias, tu tentas-te de tudo por nós mas não conseguiste mais e a culpa não foi tua, saíste de lágrimas no rosto e com um aplauso gigantesco daquela claque que ali se encontrava em minoria mas que se fez ouvir em Saint-Denis. De coração apertado e punhos cerrados senti a lágrima no canto do olho, naqueles segundos a confiança foi um bocadinho a baixo. Entraste tu Quaresma, tu que também tanto deste de ti neste europeu. O nosso jogo começava a compor-se.
Perdi a conta às vezes que nos tentaram pisar, às vezes que os nossos se ficaram a queixar, foi o Quaresma, o Pepe, o Nani, e quase todos os outros, caraças! nunca vi um jogo com tanta pancada e cartões amarelos, ainda que alguns ficassem por levantar a eles. Levamos também demos, ai não que não demos! Oh Quaresma ver-te fazer aquela festinha no pescoço do jogador adversário fez-me soltar uma gargalhada mesmo no meio daquela tensão, soubeste bem mostrar aquilo que se faz a quem se mete com os nossos e se apertasses um bocadinho mais não lhe fazia mal nenhum. Diziam que nós não ganhamos nenhum jogo nos 90 minutos até ao jogo com o País de Gales mas eles também não foram capazes de nos ganhar essa é verdade. Vinha a caminho mais meia hora de aperto. E aos 19 minutos do prolongamento o Éder marcou o golo que nos colocava na frente deles, sim o Éder, o patinho feio, aquele que toda a gente criticava a escolha e não sabiam o que ele lá estava a fazer. Ontem ele mostrou aquilo que lá foi fazer, e mostrou-o da melhor maneira. E o Ronaldo chorava e gritava, ontem tivemos dois treinadores, a cada passo que o Fernando Santos, o profeta, dava tu davas também, parecia quase como se estivéssemos a ver um espelho, até o Adrien levou um murro teu coitado mas era a tua forma de libertar energia. O apito soou e fez-se história. E eu nem queria acreditar, mesmo sem o melhor em campo, que eles tanto se esforçaram para nos tirar, tínhamos acabado de conquistar a europa.
Ontem, 12 anos depois, nós reescrevemos a história, ontem ao contrário do euro 2004 o nosso capitão chorou de alegria e não de tristeza, ontem mostrámos que somos muito mais que aquilo que diziam, que podemos ser um país pequeno mas somos enormes, e não somos 11, somos 11 milhões!!
Obrigada! Obrigada Patrício por tão bem teres protegido as nossas redes, por aquele penalti defendido e porque ontem nem uma traça entrava na tua baliza! Obrigada Renato por teres corrido o que podias e não podias e ter marcado aquele golo! Obrigada Quaresma por estares no sitio certo à hora certa e teres metido aquele que era o golo do Ronaldo lá dentro! Obrigada Nani por também tu teres dado uma maior força àquele remate do capitão. Obrigada Éder por ontem teres mostrado o que vales! Obrigada a todos vocês que ontem escreveram mais um capitulo da nossa história, os nossos heróis de chuteiras nos pés!
E obrigada a ti capitão, tu que demonstraste o maior respeito pelo teu povo quando abandonaste aquele relvado em lágrimas, tu que nem fora de campo abandonaste a tua equipa, muito obrigada por aquele "que se f*da" que tão bem nos soube ouvir, por sempre dares apoio aos teus colegas, por nunca abandonares Portugal. Ontem foi para todos nós mas especialmente para ti, os teus colegas venceram também por ti, acredito que para ti tenha tido um gosto mais que especial. Sempre foi o teu sonho, tu não ficavas bem contigo se não ganhasses com Portugal, por Portugal. Obrigada por nos teres dito que sonhar é grátis, nós sonhamos contigo menino de ouro e agora já não é um sonho, agora é realidade!
Obrigada senhor engenheiro, obrigada selecionador, obrigada profeta, obrigada Fernando Santos! Disse que só no dia 11 viríamos embora e cumpriu!

E agora aí estão vocês na alameda a saltar, a cantar e a dançar, a festejar junto do povo, recebendo o carinho e aplausos que tanto merecem.

Com 21 anos eu vi Portugal em duas finais de Europeu, a primeira em 2004 perdemos em casa e Portugal chorou, agora, 12 anos depois, eu vi Portugal jogar uma final contra o país onde se estava a jogar o Euro e trazer a taça para casa, para a nossa alegre casinha que tanto tem tocado ontem e hoje.
Hoje eu tenho uma voz que grita cá dentro "Eu tenho orgulho em ser portuguesa!".
Hoje eu digo que só faltavas lá tu Miguel.
SOMOS PORTUGAL!!


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

quando for grande quero ser.

Sabem aquela pergunta típica que se faz às crianças quando elas ainda só pensam em bonecas e carrinhos? Sim é essa, "O que é que queres ser quando fores grande?". Na idade que nos fazem essa pergunta sabemos lá o que queremos ser, sabemos lá o que quer isso dizer do ser grande e do que vamos ser. Se gostamos de animais talvez digamos que queremos ser veterinários e na pura inocência pensamos que é só dar mimos aos pobres bichinhos e dar-lhes umas injeções de vez em quando, quando estão com sono e não querem brincar, por exemplo. Se gostamos de naves espaciais e foguetões dizemos que queremos ser astronautas, e pensamos que ser astronauta é ir à Lua, voltar, e contar o planetas e estrelas que encontramos pelo caminho, que afinal é curto porque a Lua está já ali, quase que lhe conseguimos tocar se esticarmos um bocadinho mais o braço. Com o passar do tempo começamos a ter mais consciência do que essa pergunta implica e as pessoas à nossa volta que nos perguntam isso começam a diminuir e a cingir-se aos nossos pais e professores, o resto da família já não pergunta, porque claro, a pergunta mete graça é quando se faz aos pequeninos. Com o aproximar da hora de decisão do curso a seguir já se pondera aquilo que se gosta, mas depois vem também qual o curso que dá um futuro melhor, ou seja a altura em que já há problemas e não nuvens cor de rosa.
Ouvi tantas vezes essa pergunta e como é óbvio nunca respondi sempre a mesma coisa, com o passar do tempo as ideias mudavam. A primeira que me lembro e há registo não deixa de ser irónica, na primária eu adorava a minha professora e quando questionada sobre o que queria ser eu disse que queria ser professora. Depois disso passei pela fase da Veterinária, apesar do pavor a cães na altura, houve uns anos em que nem me passava nada pela cabeça, entrei para o secundário e escolhi Ciências e Tecnologias porque pensava em Engenharia Civil ou Arquitetura e aí não me perguntem o que me passou pela cabeça. Após uns meses no secundário apaixonei-me por Psicologia graças à minha professora de Filosofia do 10º mas depois as minhas notas no secundário não corresponderam àquilo que todos os meus professores até à data esperavam e diziam que eu conseguia e Psicologia ficou para trás como uma ilusão, mudei de ideias radicalmente e foquei-me em Engenharia Informática, também devido às perspetivas de emprego, até que a Matemática que até ali andava em montanha russa decidiu descer a pique e lixar-me não um mas dois anos e Físico-química deu uma ajudinha também a tramar-me, aí percebi que esse curso definitivamente não era para mim. Passados dois anos, um em que entre Matemática e FQ apenas consegui fazer a segunda e outro apenas com a primeira, eu sabendo que queria licenciar-me na minha cidade encontrei um curso que me enchia as medidas e em que podia, apesar de de outra maneira, ajudar pessoas esse curso era Serviço Social e foi depois de todos os percalços quando consegui concluir o 12º a minha primeira opção. Não fui colocada na 1º, mas sim na segunda opção, e acreditando ou não no destino, houve mão dele. Passou-se o primeiro semestre e eu olho para trás e vejo que foi o melhor que me podia ter acontecido, foi entrar em Educação Básica, olhando para trás essa era a minha primeira opção desde sempre e na altura de escolher o curso eu não tinha visto isso.Quando eu pensava em Psicologia eu não pensava só em ajudar pessoas, eu pensava em Psicologia Infantil, quando decidi por Serviço Social eu tinha em mente trabalhar com crianças que precisassem de ajuda, tudo tinha crianças e na altura eu não via e não deixa de ser irónico eu ter entrado no primeiro curso que eu disse que queria quando fosse "grande".
Agora eu sei que o medo do futuro não pode afetar a escolha do curso porque se é para estudar é para estudar uma coisa que se gosta porque é para a vida.

Este foi escrito mais ou menos a meio do 12º :
http://taniaslantunes.blogspot.pt/2013/03/curso.html

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

#ieodb.

Lembram-se de eu ter dito aqui que estava a odiar as férias de verão sem nada para fazer e me estava a sentir super sozinha? Já passou algum tempo eu sei, mas queria aqui falar neste texto daquilo que me aconteceu no verão, do que mudou esse sentimento que podemos mesmo chamar solidão. O que aconteceu foram três rapazes, três rapazes que ao atravessarem-se no meu caminho no dia 10 de agosto me alegraram com a sua música e deixaram-me viciada neles com todo o carinho e energia que me transmitiram numa só noite. Podem dizer que é coisa de adolescente, de pita, podem dizer o que quiserem, não quero nem saber, a maneira como eles mudaram as minhas férias vale por tudo e muito mais que quiserem chamar. Esses três rapazes são os D.A.M.A. e, naquele dia, tal como eles dizem querer, eu fiz minhas as músicas deles. Eu deixei que eles me "aclarassem a mente".
Há anos que eu não ficava assim com uma banda e achava eu que longe ia o tempo disso, pois eles, fizeram com que essas certezas fossem por água abaixo. Num único concerto eles cativaram-me de tal maneira que fiquei completamente rendida, virei fã nos primeiros 5 minutos de concerto. Lembro-me que não ia totalmente animada para ver o concerto apesar de querer muito vê-lo, mas 5 minutos depois daqueles rapazes invadirem aquele palco eu senti-me respirar fundo e pensei para comigo "é aqui que eu quero estar". Vocês podem pensar "ok eles cantam têm músicas engraçadas e mais?". Não tenho a certeza de conseguir responder corretamente a isso, mas vou dizer o que se passou comigo.
Fui ao concerto porque como muitas outras pessoas conhecia-os pelas músicas que passavam nas rádios e gostava de ouvir. Até àquele dia eu sabia quem eles eram, sabia os nomes dos três, conhecia as músicas que passavam nas rádios e algumas mais antigas tal como Popless, Quer e Consciência. Sim mesmo conhecendo pouco conhecia mais que a maioria das pessoas. Naquela noite mesmo sabendo poucas eu vivi aquele concerto porque com eles é mesmo assim e só quem já foi a um DAMA Live sabe como é. Naquela noite eles deixaram de ser o Francisco Maria Pereira, o Miguel Cristovinho e o Miguel Coimbra, eles passaram a ser o Kasha, o Cristo e o Coimbra, e mais que isso eles deixaram de ser só três e o grupo para mim passou também a ser composto por músicos e técnicos, o Francesco Meoli, o Pedro Castro, o Gui, o Johny, o Rui Rodrigues, o Batista, etc...
Tudo me cativou desde a energia, à inclusão de todos os elementos no concerto, estes rapazes são humildes, eles sabem que para que eles brilhem e sejam idolatrados precisam daquelas pessoas que estão com eles em palco e na estrada todos os dias, e eles não se cansam de os apresentar ao longo de todo o concerto e agradecer, logo aí eles somaram pontos. Apartir desse dia penso que fiquei a saber tudo o que havia para saber sobre eles, sim eu fiquei mesmo fã.
Como em todas as pancas por bandas, há sempre algum elemento que para nós se destaca mais, ia mentir se dissesse que neste caso não há. A verdadeira luzinha, aquele que naquela noite me tirou "aquele" sorriso, aquele que para mim já se destacava em cada música por lhe notar sempre um sorriso na voz, esse é o Kasha. Se para mim ele já se destacava só quando ouvia as músicas na rádio, a partir desse dia eu tive a certeza que para mim ele era especial. Até o meu namorado já chegou a perguntar-me "o que é que esse tem a mais que os outros" ahah, ele agora já nem liga. A energia dele parece ser inesgotável! Ele não para um bocado em palco, ele dá tudo dele. Não consigo descrever, pois ao tentar fazê-lo iam faltar sempre coisas. Mas em pouco tempo aquele ser de bandana que eu até ali só conhecia praticamente de ouvir na rádio e pouco mais trouxe-me felicidade, felicidade para o resto das férias. Não consigo deixar de sentir que é estranho uma pessoa que não se conhece ter um efeito tão benéfico em nós, aquele sorriso é calma na hora. É estranho mas acho que quando se admira alguém é assim, ou então eu não sou normal, o que também é um assunto discutível ahah. No fim daquele concerto, eu que quando fui para lá não tinha intenção sequer de estar mais perto deles que a distância plateia-palco, acabei por me juntar à confusão de gente que estava ao monte só para conseguir nem que fosse dizer o quanto amei o concerto. Toda a vez que me lembro agradeço mentalmente o abraço perdido dado pelo Cristo que me fez ter coragem de andar até ao Kasha, esqueçam eu parecia uma criança parada a olhar para uma montra de brinquedos no Natal, tinha-o à minha frente a olhar para mim a sorrir, aquele sorriso bloqueou-me completamente. Cheguei perto dele para tirar uma foto e não consegui dizer uma palavra até que ele me abraçou, bolas! quando o Cristo me abraçou disse-me "estes abraços são do outro mundo, são tão bons", mas aquele, aquele sim foi um abraço do outro mundo, que calma, que tranquilidade, que paz. Despedi-me dele mal sabendo que ainda o ia ver e cruzar-me com ele muita vez naquela noite, que ele iria ver o nascer do sol naquele recinto de festas e que a noite para mim acabaria ainda antes que para ele. Não sei como ele chegou ao hotel e penso só ter descansado quando vi a foto de todos na carrinha, lá estava ele a dormir.
Numa semana eu sabia todas as letras de trás para a frente e da frente para trás, as músicas deles foram a banda sonora do fim das minhas férias, cada vez que me sentia sozinha ouvia-as e lembrava-me de momentos daquela noite. Via cada snap, cada publicação, tudo! Só queria repetir aquela noite e dia 24 de outubro consegui, repeti essa noite (obrigada amor por me teres aturado nessa noite, sei que não foi fácil durante mais de uma hora de alegria efusiva da minha parte :) ). Se o primeiro concerto foi brutal, este foi do outro mundo, acompanhei cada segundo, conhecia o alinhamento de uma ponta à outra, eu vivi aquele concerto como nunca antes tinha vivido qualquer outro. Eu saí do pavilhão a pingar mas com uma sensação de alegria indescritível, desta vez não estive com eles mas cada olhar valeu milhões e o estar ali mesmo à frente eu já não precisava de mais nada. Acabou rápido mas acho que acaba sempre, podia ficar a noite inteira a ouvi-los, não me cansava, porque isto... #ieodb.






sentes?

É cada vez mais complicado esconder as saudades que sinto da tua pessoa. Desse teu ser que fazia com que todos os meus planos não saíssem fu...