Aqui neste espaço é onde eu vou partilhar aquilo que me passa pela cabeça. Portanto se não têm mais nada que fazer venham aqui ler os meus devaneios e poupem os vossos!
quarta-feira, 23 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Festa do Teatro e da Música... 18.3.2010
É impossível descrever aqui todas as emoções de ontem. Por uma tarde e noite senti que voltei a pertencer ali, que nunca deixara de ter pertencido e que ali sempre fora o meu lugar. Decorria tudo tão naturalmente que parecia que nunca me tinha separado daquele sítio. Desiludi me muito ao ver que quem estava lá para ajudar não fez quase nada enquanto que no ano passado foi feito o que era suposto. Mesmo já não pertencendo aquela grande família eu estive ali para ajudar, ainda quero perguntar se fiz as coisas bem, mas eu senti me bem. Voltei atrás do palco desta vez não para organizar mas sim para estar com uma pessoa muito especial na minha vida, mas deu para sentir aquele cheirinho a bastidores, aquele alarido antes de entrar em palco, o nervosismo ali mesmo perto, aquele medo de falhar. E vou aqui escrever um pouco do que foi dito ontem que mais me tocou, porque é o que sinto também. Este excerto fez parte da peça em que por uma noite voltei à um ano atrás:
(...) Porque há uma certa escola que queremos homenagear;
Porque há certas pessoas a quem gostaríamos de agradecer;
Porque há certas coisas que têm de ser ditas;
Porque há certos momentos que têm de ser lembrados;
Porque há uma certa família a quem nunca deixaremos de pertencer;
Passaríamos aqui o resto da noite para explicar os porquês de nós, ex-alunos do Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco, como já foi referido anteriormente, estarmos aqui hoje para vos apresentar a peça “Mas que raio de gente é esta?”
Apenas queremos dizer um “Muito Obrigado” a todos os que fizeram com que estes anos todos naquela escola fossem inesquecíveis.
Inesquecíveis mesmo... Cada sorriso, lagrima, riso, amizade, cada momento vivido naquela escola com aquela enorme família ficou na memória de cada um de nós, foram 5 anos de vivências que já mais esquecerei, permanecerão sempre na minha memória.
De uma coisa sei, enquanto a Festa do teatro e da Música continuar a ser feita e me for permitido ir, eu lá estarei! E sempre que possivel irei colaborar com toda aquela grande familia que me ajudou também a crescer e a tornar no que sou hoje.
Aos professores, aos funcionários, aos amigos e colegas um muito obrigado por todos aqueles momentos jamais serão esquecidos!
(...)
Inesquecíveis mesmo... Cada sorriso, lagrima, riso, amizade, cada momento vivido naquela escola com aquela enorme família ficou na memória de cada um de nós, foram 5 anos de vivências que já mais esquecerei, permanecerão sempre na minha memória.
De uma coisa sei, enquanto a Festa do teatro e da Música continuar a ser feita e me for permitido ir, eu lá estarei! E sempre que possivel irei colaborar com toda aquela grande familia que me ajudou também a crescer e a tornar no que sou hoje.
Aos professores, aos funcionários, aos amigos e colegas um muito obrigado por todos aqueles momentos jamais serão esquecidos!
quarta-feira, 9 de março de 2011
:'(
Ainda não consigo acreditar que acabou, que é o fim, mas cada lágrima que agora derramo é a confirmação do meu pesadelo. Sinto que poderia ter feito muito mais mas que por muitas e variadas razões que agora tão estúpidas parecem não consegui. De uma coisa sei, aquele sitio era a minha segunda casa e não passava um dia em que não fosse lá, nem que fosse só de passagem rapidinho, não houve um único dia em que eu lá não fosse. Não tenho coragem para ir a uma página que sei que não vai abrir, não tenho coragem para a tão temivel confirmação. Queria ter feito muito mais, queria ter feito possiveis e impossiveis. 1 ano... mesmo que à distância o melhor ano da minha vida. Não consigo escrever mais, não consigo pensar mais nisto, não consigo nada, apenas sei que estarão para sempre aqui <3
quarta-feira, 2 de março de 2011
Poema de Exame...
Nuno Júdice,A Matéria do Poema, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2008
Este foi o poema que me fez terminar o exame de Português de 9º ano...
Tive alta branca o exame estava-me a correr terrivelmente mal, até que chego à parte do poema e leio as últimas linhas fiz exactamento o que o "poeta" fez, pousei a caneta e deixei que a matéria me viesse à memória, e apartir daí a caneta não parou de escrever o que eu tinha a certeza que sabia... mas que apenas num momento de nervosismo não me lembrava...
PARA ESCREVER O POEMA
O poeta quer escrever sobre um pássaro:
e o pássaro foge-lhe do verso.
O poeta quer escrever sobre a maçã:
e a maçã cai-lhe do ramo onde a pousou.
O poeta quer escrever sobre uma flor:
e a flor murcha no jarro da estrofe.
Então, o poeta faz uma gaiola de palavras
para o pássaro não fugir.
Então, o poeta chama pela serpente
para que ela convença Eva a morder a maçã.
Então, o poeta põe água na estrofe
para que a flor não murche.
Mas um pássaro não canta
quando o fecham na gaiola.
A serpente não sai da terra
porque Eva tem medo de serpentes.
E a água que devia manter viva a flor
escorre por entre os versos.
E quando o poeta pousou a caneta,
o pássaro começou a voar,
Eva correu por entre as macieiras
e todas as flores nasceram da terra.
O poeta voltou a pegar na caneta,
escreveu o que tinha visto,
e o poema ficou feito.
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