Aqui neste espaço é onde eu vou partilhar aquilo que me passa pela cabeça. Portanto se não têm mais nada que fazer venham aqui ler os meus devaneios e poupem os vossos!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
liberdade.
Infelizmente a vida não é simples, não, não é infelizmente, é bom que a vida até seja complicada caso contrário não tinha piada nenhuma. Sinto a falta dele, mas vou continuar sem ele porque bem não suporto que me prendam, parece que estou presa numa gaiola e que nada me pode magoar, estou protegida por todos os lados e isso não me agrada porque eu amo correr riscos, mesmo que desnecessários.
Não aguento que me aturem tudo, quero discussões todas as semanas porque é isso que faz a relações, uma relação que seja sempre um mar de rosas simplesmente é falsa, não existe sequer, não há hipótese alguma. Não quero que andem sempre atrás de mim, não quero nenhum cachorro de estimação. Eu não quero calma! E como não se pode ter tudo, eu escolho aquilo que sei que me vai realizar não completamente mas em maior parte, e com o tempo vou ser feliz.
Acho que viver a vida sem fazer o que se quer é o mesmo que ir a um parque de diversões e não ter altura para andar em nada... e há com cada montanha russa! Eu quero andar em todas as montanhas russas, quero viver todas as loucuras que a vida tem para me dar sem impedimentos. Porque é assim que eu sou, sou livre.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
^.^
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
até ao dia.
É, ele levou a sério e pregou-me uma partida, e agora está a bater depressa, mas porque está magoado. Porque eu sempre soube que era só uma questão de aproveitar os poucos momentos mas ele apegou-se a esses momentos e faz com que a mente se lembre deles, de cada palavra de conforto e tentativa de me acalmar, de cada gesto que hoje estão tão distantes que só me queria esquecer que eles existiram.
Cada lágrima que agora corre pelo meu rosto é a confirmação que esses momentos nunca mais vão voltar, é a confirmação de que eu estava certa, rigorosamente certa quando dizia a mim mesma para aproveitar os momentos que eles iam passar rápido, que todas aquelas palavras não tinham qualquer significado, que ia cair no mesmo erro duas vezes, que pela primeira vez em quase dois anos ia voltar a acreditar em promessas feitas no ar, que devia continuar a não acreditar. Mas também é essa confirmação porque eles não vão voltar porque eu também não os vou aceitar de volta, não posso aceitar, não posso e não consigo nem quero esquecer aquilo que fizeste.
Talvez te volte a falar um dia, talvez o consiga fazer sem me lembrar do que estou a sentir agora, sem me lembrar desta lágrima que acabou de cair neste teclado, sem me lembrar que de um momento para o outro tu conseguiste estragar tudo e fazer-me sentir algo que não gosto por ti. Aqueles momentos poderiam ter acabado de outra maneira, não tinha que ser assim, mas foste tu quem escolheu essa saída.
Até ao dia em que a minha memória se esqueça de tudo isto...
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
sonhos.
Todos nós temos sonhos, uns possíveis outros nem tanto, mas apesar disso são sonhos. Alguns de nós sonham um dia vir a estar e falar com o seu ídolo, conhece-lo, outros sonham conhecer todos os continentes e há quem sonhe com uma vida feliz, à sua maneira.
Pessoa diz na sua obra "Mensagem" que quem sonha é infeliz mas que isso é necessário para viver, em parte concordo com isto pois se sonhamos com alguma coisa é porque ainda não a temos e queremos ter e se ainda não a temos somos infelizes por isso mas ao sonhar-mos com isso, estamos a sonhar com um progresso na nossa vida porque esse sonho faz-nos viver no sentido de o concretizar.
Eu sonho. Eu tenho um sonho, aliás tenho muitos mas há um que dura há muito tempo, que ainda não concretizei, e que sei que enquanto não o concretizar não vou ser completamente feliz, porque é algo que eu quero muito já há muito tempo, mas que sei que no que depender de mim não vai faltar muito tempo para concretiza-lo.
domingo, 13 de janeiro de 2013
pois.
Cláudio: Então e agora queres que eu compre uma basuca?!
#SS3
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
mulher carneiro.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
sim.
E eu ficava horas sem fazer nada, porque eu queria sair mas não era contigo. Porque se eu só tinha liberdade para sair contigo, então eu não queria ter liberdade.
Porque essa obrigação faz-me sentir sufocada, faz-me sentir presa e eu não suporto isso, odeio. Eu quero poder fazer o que me apetecer e não ter de dar satisfações a ninguém, não quero ninguém a controlar-me, a controlar o que eu digo e o que eu faço, porque ninguém tem esse direito, já que os meus pais não o fazem não vai ser outra pessoa a faze-lo.
Eu não quero que mudes por mim, porque eu também não vou mudar, nem por ti nem por ninguém. As pessoas quanto muito moldam os seus feitios aos das outras, não os mudam, e se gostarem mesmo das outras não as vão querer mudar. Eu não preciso de ninguém que, se eu escrevo num texto uma frase a dizer que gosto de liberdade e que me sinto sufocada com mensagens a toda a hora, me vai mandar imediatamente uma mensagem a dizer que me dá a liberdade que eu quero e não me vai sufocar, porque eu não quero que ninguém mude. Porque para mim isto é falta de personalidade, é aceitar tudo o que se diz sem questionar, sem armar uma discussão, e como eu gosto de uma boa discussão.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
linkin park.
Desde então que as músicas deles fazem parte da lista das minhas eleitas e que as oiço quase diariamente, têm um power especial. Mas sem dúvida que o que mais admiro nesta banda é a voz do Chester Bennington, é inconfundivel.
dança.
No ano passado tive dança em educação física, merengue, e aí ainda saiu qualquer coisa porque são movimentos que têm que ser coordenados com esquemas e isso tudo e como tem que ser tudo certinho eu até me safava porque sabia sempre para onde tinha que ir nunca era guiada por ninguém o que era positivo porque assim não me atrapalhava com o facto de eu querer ir para um lado e o meu par querer ir para outro, o que geralmente noutras danças acontece. Mas contudo verdade seja dita que já não me lembro sequer do passo base daquilo, quanto mais dos esquemas todos esquisitóides.
Bem mas eu estou a escrever este post não para falar de merengue mas sim de Kizomba. Opa é uma dança que eu amava saber dançar. Gostava mesmo muito de aprender a dançar kizomba, não sei porquê há qualquer coisa naquela dança que me prende a atenção, não sei se os movimentos tão sensuais típicos africanos, ou talvez até a química que costuma haver entre os pares que a dançam, o que é certo é que eu gosto, o que não é normal.
Nunca gostei muito de dança visto não ter jeitinho nenhum para ela, mas kizomba apaixonou-me e deixou me mesmo com vontade de aprender a dançar. Será que esta ainda vai ser assim como que uma resolução de ano novo? ;)
lindo.
Opa nunca liguei a carros mas desde que se fala em eu começar a tirar a carta e vi este carro apaixonei-me tipo é lindo! É um Peugeot 206 cc, é bué fofo e pequenino e redondinho e desportivo e giro e... ainda é descapotável *.* . Ai amo o carro pronto não consigo explicar nem há explicação possivel e logo eu que nunca dei importância a carros fiquei com uma panca enorme por este. ^.^
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
ele.
Eu e ele sempre fomos diferentes um do outro, eu sempre gostei mais de sair, ele de ficar por casa, eu sou responsável quando é preciso tirando isso passo muito bem por doida, divirto-me o mais que posso, ele é sério o tempo todo, não se permite a uma diversão por muito pequena que seja, mas apesar de todas as diferenças, ele completa me de uma forma que não dá para explicar. Tipo daquelas pessoas que nós sabemos que é para a vida inteira, que vamos envelhecer ao lado dessa pessoa. Parece que ele foi feito para mim. A atração foi rápida, mas nenhum de nós queria admitir, é, eu sou orgulhosa demais e ele tem um ego super filho da mãe. A verdade é que nós começamos a discutir por tudo e por nada. A nossa discussão certa é sobre futebol, tinha de ser, não fossemos os dois de clubes completamente opostos, parecemos dois fanáticos a torcer pela nossa equipa, só podia dar discussão. Eu dou argumentos até não poder mais só para o convencer de que o meu clube é muito que melhor que o dele, mas ele acha piada a isso. Ele é diferente de todos os que já passaram pela minha vida. O que ele tem de diferente faz me pensar que eu não fui feita para ele, não por ele não me merecer mas sim porque é ele quem merece melhor. Porque como já disse eu gostava de poder conhecer sítios novos, de viver numa cidade maior, e se eu algum dia tiver essa oportunidade eu não vou olhar para trás.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
O mural de Pessoa
Sim, o Álvaro de Campos seria o mais torrencial. Partilhas em catadupa, remissões para o blogue, momentos de grande euforia e habilidade informática. O Ricardo Reis publicaria, rigorosamente, um post por dia, e só aceitaria amizade de pessoas com quem privasse. O Alberto Caeiro não seria informaticamente dotado, mas até acharia graça à coisa. O Bernardo Soares gostaria mais do Twitter. Nenhum deles teria cinco mil amigos, nem mesmo o Fernando Pessoa ortónimo , sobretudo por uma questão de timidez, apesar de passar demasiado tempo no chat com Ofélia. Todos os posts de amor são ridículos.
Imagine-se o manancial de informação arquivado. As publicações do mural. O Almada Negreiros seria um dos mais fervorosos frequentadores, com considerações e discussões acesas. Até ao dia, claro está, em que via a conta bloqueada, por denúncia de Júlio Dantas, que considerou aquela história do "Pim!" indecorosa e imoral o seu mural.
Quando inventaram a revista Orpheu criariam um evento, a que poucos amigos ligaram. Mas eles insistiram muito. Até criaram um site onde publicavam apenas parte dos conteúdos... Quem quisesse ler o resto que comprasse a revista. Contudo, o volume três teria apenas sairia em edição digital, com grafismo do Almada e ciberarte do Amadeo.
Todos choraram muito a Morte de Mário de Sá-Carneiro. De Paris, ele já tinha colocado uns posts que sugeriam a depressão, mas ninguém poderia esperar aquilo. O Mural encheu-se de comoventes mensagens de despedida. Alguns até lhe dedicariam poemas.
Quando Fernando Pessoa morreu, misteriosamente, Ricardo Reis continuou ativo, a publicar os seus posts diários. Quem descobriu isso foi esse tal de Saramago, que o matou anos mais tarde.
Ler mais: http://visao.sapo.pt/homem-do-leme-o-mural-de-pessoa=f610184#ixzz2H1YOUbO4
sentes?
É cada vez mais complicado esconder as saudades que sinto da tua pessoa. Desse teu ser que fazia com que todos os meus planos não saíssem fu...
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