segunda-feira, 7 de abril de 2014

Manuel Forjaz.

"Eu tenho duas teorias eu acho que da luta inicial da construção do universo entre o bem e o mal sobraram para Deus alguns cancros, sobraram-lhe, ele tinha 150 mil cancros para distribuir por Portugal e depois olhou para quem, disse quem é que pode viver melhor com eles epá o Forjaz aguenta bem com o cancro e poe o cancro para cima de mim e eu estou grato estou grato porque penso que na distribuição poupou os meus filhos o que eu não aguentava era um cancro nos meus filhos opa que mandem os cancros todos para cima de mim."
Esta foi a resposta de um senhor que lutava contra o cancro há já 5 anos, que eu confesso apenas nos últimos meses soube quem era, quando lhe perguntaram como é que alguém nas circunstâncias dele pode ser surpreendida por um cancro no pulmão.
Este senhor fascinou-me pela maneira como falava do cancro, do seu próprio cancro. Falava tão abertamente que eu penso que ele seja uma fonte de inspiração para pessoas que sofram da mesma doença. Este senhor é um exemplo de como nunca devemos baixar os braços haja o que houver, não podemos desistir.
Este senhor a que me refiro tem de seu nome Manuel Forjaz e partiu hoje vitima desta dura doença que é o cancro, mas que ele aceitou desde inicio, deixando uma frase difícil de esquecer "Eu posso morrer de cancro, mas o cancro não me matará."



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