segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

tu.

Não há um dia que eu não pense o que fiz para te merecer, mas depois penso que só pode ser problema teu, afinal já o disse muita vez, para gostares de uma coisa parva como eu só podes ser parvinho também, ninguém no seu prefeito juízo gosta de coisas parvas, mas bem o juízo e a memória são coisas que devido à convivência comigo entraram em vias de extinção para ti e nesse aspeto tenho de te pedir desculpa.
Desculpa por me agarrar ao teu braço tipo lapa e não largar, por dizer que as primitivas são divertidas (mas é verdade!), por ter o "outro"  no quarto todas as noites mas tu agora já sabes que o culpado és tu, por não te tirar fotos, por não te fazer a vontade e ficar para trás nos nossos passeios de mota mas pronto ficas já a saber para a próxima escusas de olhar para trás a ver se eu ainda lá vou porque pronto não te vou fazer a vontade, desculpa...
E obrigada, obrigada por gostares de mim mesmo quando me vês com esta minha cara de "acabei agorinha mesmo de acordar", por me aturares, por não te chateares quando eu do nada te faço cócegas no meio da rua, pela preocupação quando te deixas dormir sem dizer boa noite, por por vezes me deixares sem palavras, por me dares a segurança que preciso, por gostares de mim como sou com todos os meus defeitos, por estares comigo sempre que preciso de ti, por não teres desistido de mim, por me fazeres gostar ainda mais de ti a cada dia que passa, todos os dias, por me fazeres feliz, mas acima de tudo obrigada por seres como és e por fazeres a minha vida melhor todos os dias fazendo parte dela.

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