Que foi feito das incertezas? Do provavelmente vou-me embora? Do não sei se é isto que quero para mim? Que é feito disso? Que é feito dessas merdas de conversas que me davam esperança?! Porque é que ainda aqui estás? Porquê?! Podias ter ido para todo o lado, porquê ficares perto? Porque é que não foste?
Caiu tudo por terra mas ela continua ali direita em mim, ela continua lá e eu dou comigo a olha-la, é tão nítida, tão forte e ao mesmo tempo tão frágil. Olho para ele em cima da mesa, era tão fácil que até custa a acreditar. Pergunto-me quanto tempo seria preciso, que quantidade seria necessário derramar. Ainda seria necessário algum por certo, mas tenho um mim a certeza que poderia ser todo derramado, que é bem melhor sem ele que com ele, sem ele o sofrimento deve acabar, pelo menos é isso que se espera...
Aqui neste espaço é onde eu vou partilhar aquilo que me passa pela cabeça. Portanto se não têm mais nada que fazer venham aqui ler os meus devaneios e poupem os vossos!
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
linha reta.
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